Paul Balmert

Risco de desastres

Os críticos falam

Este mês, Paul se concentra no tema vital do reconhecimento de perigos, examinando por que a falha em reconhecê-los continua a aparecer em relatos de incidentes e quase acidentes. Ele ressalta a realidade de que, sempre que alguém se fere, um perigo está sempre presente. Com base nos estudos psicológicos do Dr. Daniel Kahneman, Paul explora como a cognição humana impacta a maneira como percebemos os perigos. Ele conclui que os líderes desempenham um papel crucial na promoção de uma cultura em que os indivíduos se sintam compelidos a agir ao detectar um perigo ou uma preocupação séria. A mensagem é clara: se você vir algo, diga algo e faça algo! Esta é uma leitura importante para qualquer líder... e seus seguidores.

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Tópicos da reunião de segurança

Supondo que isso nunca possa acontecer

Na edição Flash do mês passado, analisamos uma Suposição Fatal muito comum, que pressupõe "Isso nunca vai acontecer comigo". Este mês, Paul analisa uma segunda Suposição Fatal, que pressupõe "Isso nunca vai acontecer".

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Execução

Sobre esses detalhes

Este mês, Paul aplica algumas das principais lições que ele e o Dr. Pete Robison exploraram no Managing Safety Performance News do mês passado e no podcast That's A Darn Good Question a um estudo de caso real envolvendo duas fatalidades. Ele extrai três lições importantíssimas sobre execução que podem fazer toda a diferença entre voltar para casa são e salvo no final do dia... ou não.

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Tópicos da reunião de segurança

Suposição fatal?

Na edição Flash deste mês, Paul analisa um evento trágico e fatal para o qual dois fatos conhecidos e uma suposição provável servem como lições importantes para mandar as pessoas para casa vivas e bem.

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Risco de desastres

O que ele estava pensando?

Este mês, Paul examina uma lesão fora do trabalho do jogador de golfe profissional número um, Scottie Scheffler, que ficou gravemente ferido ao usar uma ferramenta improvisada para fazer o jantar. Paul e seu colega Dr. Pete Robison examinam "O que ele estava pensando?", enquadrando a conversa em torno dos ensinamentos de Thinking Fast... And Slow do ganhador do Prêmio Nobel Daniel Kahneman.

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Execução

Execução e Liderança

Este mês, Paul examina a execução nos negócios e como isso se relaciona a mandar as pessoas para casa vivas e bem no final do dia. Ele compartilha a história de um de seus antigos chefes que pensava como McKay. Paul explica que os planos são importantes, mas a execução é o que é feito e quão bem as coisas são feitas. Ele diz: "Sim, pode haver casos em que o fracasso foi uma função de um plano terrível executado fabulosamente, mas eles são muito raros." Ele discute os problemas com a execução e nos deixa algumas lições valiosas que podem fazer a diferença, garantindo que todos voltem para casa seguros todos os dias.

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Execução

Liderando – e gerenciando a segurança

Este mês, Paul elogia a escolha de Cesar do Dia de Ano Novo como o início da próxima viagem ao redor do sol, bem como o momento perfeito para cada gerente e supervisor planejar e avaliar. Ele ressalta que não há nada mais importante do que planejar para realmente tornar as coisas mais seguras para aqueles que fazem o trabalho do negócio. No processo, ele assume "a próxima grande coisa" e "sabedoria convencional" que frequentemente aparecem durante o processo de planejamento. Ele nos deixa com pensamentos sobre a importância crítica da liderança e execução se o objetivo é ver que todos vão para casa vivos e bem no final do dia.

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Artigos populares

Olhando no Espelho

Nesta edição do Managing Safety Performance News, o colaborador convidado e professor sênior da Balmert Consulting, Van Long, reflete sobre uma ideia simples, mas poderosa: a liderança de segurança mais eficaz começa com a autorreflexão.

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Expectativas e premissas

No Flash deste mês, analisamos a diferença entre uma expectativa e uma suposição. Essa distinção pode parecer sutil à primeira vista, mas a diferença encontrada nas definições prova um ponto muito importante para qualquer pessoa que lidere e gerencie a segurança.

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Meio ambiente e segurança

Nesta edição do Managing Safety Performance News, Paul analisa por que separar “meio ambiente” de “segurança” não é o ideal. Usando exemplos reais de trabalho - desde o transporte de ferramentas sobre um banco de neve até debates executivos sobre conformidade - ele argumenta que muitos perigos não vêm do trabalho em si, mas das condições em que o trabalho é realizado. Ao reduzir as lesões a simples “manchetes” e classificá-las de acordo com a origem do perigo, começam a surgir padrões que são fáceis de não serem percebidos nos relatórios de análise de causa raiz. A conclusão é simples: o ambiente e a segurança são inseparáveis, e os líderes que desejam um melhor desempenho em segurança precisam ver o trabalho - e seus perigos - claramente, desde o momento em que ele começa.

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É apenas senso comum

Este mês, Paul examina como os líderes costumam usar erroneamente a frase “é apenas senso comum”, seja para descartar o aprendizado ou para presumir um entendimento compartilhado sem definição. Ele argumenta que muitas declarações de liderança apresentadas como fatos são, na verdade, opiniões, e que a comunicação deficiente decorre do fato de presumir que os outros interpretam as palavras, a experiência e as expectativas da mesma forma.

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A temporada de férias

Este mês, Paul compartilha que, há vinte e cinco anos, nosso trabalho tem se baseado em observação, análise e testes disciplinados. Esse processo moldou a forma como identificamos as práticas de liderança que influenciam mais diretamente o desempenho da segurança - as mesmas ideias que ensinamos.

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Responsabilidade

Este mês, temos o prazer de apresentar um artigo de Newton Scavone, um dos membros mais experientes da equipe de professores da Balmert, baseado em São Paulo. Newton começou como cliente aprendendo e usando as ferramentas de MSP, depois se tornou um dos líderes desenvolvidos para ministrar o curso em sua empresa. Nos últimos seis anos, muitos de vocês o conhecem como professor da Balmert Consulting. Ele traz uma profunda credibilidade operacional e uma compreensão clara do que é necessário para fazer com que essas ferramentas funcionem no mundo real.

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