Uma maneira de pensar em responder a essa pergunta seria com base em frequência: Com que frequência encontro esse risco?
Outra maneira de pensar em responder a essa pergunta seria gravidade: Quão ruim seria se esse risco realmente me machucasse?
Por mais simples que essas duas perguntas pareçam, existem problemas para você encontrar nas respostas a cada uma.
Frequência: Para os perigos com os quais lidamos o tempo todo, é fácil tornar-se complacente e nem pensar na possibilidade de esse perigo nos prejudicar. Aqui está um bom exemplo de como é a complacência ao usar uma ferramenta elétrica.
Gravidade: Como a gravidade de um perigo deve ser avaliada adequadamente? Primeiro, faça uma lista de todas as maneiras pelas quais alguém pode se machucar usando uma serra circular. Segundo, determine o quanto alguém seria ferido em cada sentido.
Por fim, verifique se esse caminho estava na sua lista e, se estava, quão ruim poderia ser?
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É fácil ser vítima de enfrentar os riscos que raramente enfrentamos a sério e de ser complacente com os riscos que enfrentamos o tempo todo.
É um erro pensar que os perigos graves são os que produzem ferimentos graves. Sob o conjunto errado de circunstâncias, a maioria dos riscos pode causar sérios danos - a você.
Paul Balmert
Novembro 2018